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Dez minutos de inspeção semanal ajuda na luta contra Aede



O combate ao mosquito Aedes aegypti deve ser durante todo ano e, para evitar que os ovos do mosquito, que necessitam de água parada proliferem, bastam apenas 10 minutos por semana. A Secretaria de Saúde de Macaé, por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), alerta a população para que mobilizem os familiares, vizinhos e colegas de trabalho para que reservem um tempinho para verificar se há possíveis focos.


O coordenador do CCZ, Flávio Paschoal, explica que as ações devem se concentrar na verificação dos possíveis focos de reprodução do mosquito. Os especialistas do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) chamam atenção para 13 possíveis locais onde o mosquito pode depositar seus ovos e iniciar um novo ciclo de desenvolvimento. Todos os locais a serem checados podem acumular água limpa e parada, ambiente ideal para a reprodução do mosquito.




São eles: caixas d'água ou cisternas, calhas, filtros de água, ralos, pneus velhos, bandeja de ar condicionado, bandeja de geladeira, vasos de planta, vaso sanitário, baldes e garrafas, lonas sobre objetos ou toldos e piscinas.


Flávio ressalta que a população precisa continuar mobilizada, procurando manter seu espaço limpo e os reservatórios de água fechados. “A parceria com a população é fundamental para fortalecer as ações do governo", explicou.


Mosquito


Segundo o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), o projeto 10 Minutos Contra o Aedes aegyti é inspirado em uma estratégia de controle do mosquito adotada em Cingapura, que foi capaz de interromper o pico de epidemia no país com ações semanais da população dentro de suas residências, de apenas 10 minutos, para limpeza dos principais criadouros do Aedes.


O mosquito transmissor da dengue vive e se reproduz dentro das casas. Agindo uma vez por semana na limpeza de possíveis criadouros, a população interfere no desenvolvimento do vetor, já que seu ciclo de vida, do ovo ao mosquito adulto, leva de 7 a 10 dias. Com uma ação semanal é possível impedir que ovos, larvas e pupas do mosquito cheguem à fase adulta, freando a transmissão das doenças.


* Comunicação Macaé/Jornalista: Genimarta Oliveira/Fotos: Divulgação.


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