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FlicMac oferece espaços de artes para todos os públicos



Oportunidade de aproximação com autores e público, com destaque para atividades ligadas a arte e educação, o Café Literário é um dos “points” do Festival de Literatura e Cultura de Macaé (Flicmac), que encerra nesta sexta-feira (25), às 18h. No espaço são realizadas esquetes, lançamento e apresentação de livros, bate-papos e debates sobre assuntos como política, economia e educação, sem deixar de lado a poesia, a música, a história e a formação de novas gerações de leitores e escritores.


O "Café Literário" teve, na quarta (23), primeiro dia do Festival, bate-papo especial de escritores da região. Entre eles, as autoras Lília Rodrigues, que lançou na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, a sua obra “Bichinho de Estimação", e Juliana Ramos, que apresentou "A liberdade do Amor", uma coletânea de cinco contos retratando as diversas formas de amor.


A escritora e jornalista Liliane Barbosa também participou com apresentação do livro “Mulher – Sentimentos & Sentidos”, coletânea de poesias para tocar a alma feminina. Lançado em 2018 na Feira Literária de Paraty, a inspiração veio das questões do cotidiano como jornalista e por meio de conversas com outras mulheres. A obra é publicada pela Editora Autografia. O " Café Literário" recebeu, ainda, a escritora Cíntia Rasma com "O Reino dos Iguais" e a poetisa Conceição de Maria com o livro "Pedaços de Mim".


Flicmaczinha - Espaço dedicado ao público infantil, a tenda Flicmaczinha conta com a atuação da equipe da Educação Infantil da Secretaria de Educação. A garotada se diverte e aprende no "Risco e Rabisco" dedicado a atividades ligadas às artes, literatura e fantasia com destaque para práticas de leitura e escrita, apresentação do Plano Municipal pela 1ª Infância, além do espaço "Crianças da Natureza" dedicado às sensações e experimentação de frutas, verduras e folhas. O professor visitante também ganhou, nesta tenda, um espaço dedicado às poesias.


A Ficmaczinha contagiou alunos e professores. Entre eles estava a pequena Elisa Pereira, de 5 anos, da Escola Municipal de Educação Infantil Esméria Pereira Reid, do Bairro Engenho da Praia. "Gostei muito das histórias e de cantar", disse. A diretora da Escola Municipal de Educação Infantil Hilda Ramos, Geisa Morgado, também aprova o evento e levou cerca de 60 alunos para apresentação no palco oficial nesta quinta (24), além de visitantes. "Estamos felizes em estar aqui em um evento que incentiva a cultura", destacou.


O secretário de educação Guto Garcia elogiou os talentos dos alunos que fizeram as apresentações da programação e agradeceu a parceria com as livrarias presentes no evento, que conta com espaço para troca e doação de livros. "Unindo Literatura e Cultura estamos descobrindo talentos e valorizando os artistas locais. A FlicMac é mais uma ação que consolida Macaé como cidade do saber e do conhecimento", disse.


Galpão Literário - Estandes com livreiros, doação e troca de livros pela rede municipal, além de comercialização de jogos didáticos e integração dos adeptos da leitura fazem parte do Galpão Literário. O espaço oferece exposição e vendas de livros para a população em geral .


Jorge Chame é um dos livreiros participantes. "Somos de Rio das Ostras. Estamos com boas expectativas. Trouxe brinquedos didáticos, livros diversos e fantoches para comercializar", conta. O expositor José Leonardo Azevedo também está otimista para os resultados do festival. “Estamos com entusiasmo até sexta-feira com jogos pedagógicos e catálogos para estreitar vínculos com educadores e gestores", ressalta.


Espaço da Convivência - Contação de história, capoeira música e apresentação de diversas manifestações artísticas fazem parte do Flicmac. Até sexta-feira (25), os alunos da Escola Municipal de Educação Infantil Cândida Maria da Silva Vieira e de outras unidades vão passar pelo espaço que recebeu, nesta quarta (23), capoeira com integrantes da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e grupo HistoriArte, contadores de histórias da rede municipal. O ambiente também conta com exposição de fotos "Um olhar negro" dos alunos do 9º ano do Colégio Municipal Maria Isabel Damasceno Simão e oficina de abayomi (boneca de pano negras, de formas e tamanhos variados que representa a resistência e energia do povo africano).


* Jornalista: Joice Trindade/Foto: Bruno Campos/Comunicação Macaé.
























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