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Microfranquia é opção contra o desemprego

Modelo de empreendedorismo é boa alternativa para quem quer driblar a crise. Há possibilidade de investimento a partir de R$ 647. Mas antes é preciso planejar




Rio - Uma alternativa para driblar o desemprego, em meio a dados desestimulantes no Estado do Rio, é pensar em abrir o próprio negócio. Conforme mostra a última pesquisa do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o Rio fechou 2.845 postos de trabalho em julho e registrou um dos piores índices no país. O cenário fez com que o empreendedorismo de microfranquias (com investimento inicial de até R$ 90 mil) se apresentasse como solução para gerar renda. No estado, o número de unidades nesse modelo de negócio aumentou quase 10%, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). E o melhor é que, para começar o próprio negócio, o investimento pode ser feito a partir de apenas R$ 647 (confira ao lado).


Outro sinal de que o segmento de negócio está decolando é que, em todo o país, a procura por microfranquias cresceu 8% no ano passado, de acordo com a ABF. Além disso, mais de 1,348 milhão de empregos diretos foram gerados por franquias no segundo trimestre de 2019. Para comparar, em 2017 o número recuou 2,1%.


"Com certeza é momento de investir, ainda mais porque as franquias são uma boa saída para o desemprego. Na última feira realizada pela ABF, 23.680 mil pessoas compareceram. Então estamos prevendo um crescimento de 12% até o final desse ano", diz Beto Filho, presidente da ABF.

Priscilla Rodrigues, de 27 anos, ilustra essa volta por cima. Após perder o emprego, a jovem começou a pesquisar sobre bronzeamento artificial e correu atrás de cursos profissionalizantes. Antes mesmo de concluí-los, abriu um espaço para oferecer o serviço na própria laje de sua casa, em Coelho Neto, Zona Norte do Rio. "Nunca desisti porque sempre soube que ia dar certo, mesmo contra minha família e amigos", conta.

Além disso, Priscilla vende lanches no espaço de bronzeamento e promove festas temáticas. Tudo para agradar a clientela, que há três anos não para de crescer. Foi nesse momento que a empreendedora pensou em expandir os negócios e se tornar franqueadora.

"Com o movimento muito grande e o espaço cada vez menor, comecei a pensar em tornar meu negócio em uma franquia, que é um ótimo investimento para as pessoas que mostraram interesse na marca", revela.

"Com a franquia, o investidor tem o benefício de ter treinamento para vendas. No geral, é preciso ter muita disciplina, foco e trabalho duro", afirma Eduardo Braule-Wanderley, diretor executivo do Grupo Petra Gold. Beto Filho complementa: "Além disso, o sucesso é certeiro. O que é ótimo para gerar renda e mais empregos".


* O DIA - Por Larissa Esposito*.




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