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Prefeitura de Macaé investe na Educação Inclusiva

A rede municipal de ensino de Macaé conta com 52 salas de recursos multifuncionais e 10 de Apoio Pedagógico Específico para o atendimento aos cerca de mil alunos com deficiência, transtornos globais, altas habilidades e superdotação, transtornos de linguagem, comportamental e disruptivos (não controla os impulsos), entre outros casos. Para fazer uma análise pedagógica do trabalho desenvolvido com esses estudantes e decidir sobre as ações a serem tomadas, a equipe da Coordenadoria de Educação Inclusiva, da Superintendência de Educação Integrada, se reuniu, na quinta-feira (21), na Cidade Universitária.



Sala de recursos multifuncionais - foto: Moisés Bruno.


No encontro, os cerca de 80 profissionais de Apoio Pedagógico (APE) e de Atendimento Especializado (AEE) ficaram ainda mais alinhados com o seu papel no atendimento direto a esses alunos. O trabalho é feito conforme determina a legislação e orienta a Secretaria de Educação de forma a atendê-los para que possam se sentir com autonomia e realizarem atividades do cotidiano, além de serem preparados para a vida coletiva e participativa em casa e na sociedade em geral.


"É um belo trabalho. Não é fácil e as questões do dia a dia dentro das escolas vão se resolvendo em equipe, com um colaborando com o outro. Acredito muito neste trabalho, feito, sobretudo, com emoção, por vocês, profissionais que lidam diariamente e diretamente com os alunos e seus pais e/ou responsáveis, oferecendo a eles um atendimento que pode lhes garantir autonomia e muitos avanços temos identificado", disse a superintendente Janaína Pinheiro.


O município também conta com o funcionamento dos módulos do Centro Municipal de Atendimento Especializado ao Escolar (Cemeaes), que oferece apoio de forma complementar/e ou suplementar nas unidades do Centro, Barra, Aeroporto e Serra. Luciana Lemos Medici, da Coordenadoria, destacou ainda que as escolas que não têm salas multifuncionais ou de apoio são atendidas pelas unidades escolares mais próximas. Ela citou como exemplos os polos de atendimento a alunos com deficiência auditiva – Jofre Frossard, para alunos de 1º ao 5º anos, e Ancyra Pimentel, do 6º ao 9º -, que atendem as escolas no seu entorno.



Educação Inclusiva - Foto: Divulgação.


"Hoje temos um olhar diferenciado no trabalho com esses alunos, fruto de treinamentos e o atendimento no dia a dia que tornam gratificante no sentido de percebermos os avanços que essas crianças estão tendo na construção de sua autonomia, se desenvolvendo dentro de sua limitação. Alguns aprendem a pegar ônibus sozinho, desenvolvem bem a leitura e até a trabalhar com a família contribuindo na geração de renda. São os saberes da escola que preparam esses alunos para a vida. Isto é o melhor da nossa atividade, poder contribuir para o desenvolvimento deles dentro e fora da escola", avaliou Luciana.


* Comunicação Macaé/Jornalista: Elis Regina Nuffer.



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